O presente artigo se propõe a investigar as representações da escravidão na Primeira Epístola aos Coríntios escrita por volta de 53 d.C. Partiremos do pressuposto de que a escravidão era uma instituição presente no imaginário da á¼ÎºÎºÎ»Î·ÏƒÎ¯Î± ao leste do Mediterrâneo Romano, buscando compreender tal fenômeno por meio de uma análise de contexto e conteúdo da epístola. Nesse pano de fundo, buscamos avaliar como o movimento paleocristão dialogou com a filosofia estoica e quais foram seus pontos de proximidades e limites.