O objetivo deste texto é discutir a valorização e segregação socioespacial em Goiânia, um processo que propicia a formação de novas áreas de centralidades, tendo como reflexo o atual modo de produção capitalista. Tal processo é decorrente da questão do uso do solo urbano, um elemento capaz de promover a desigualdade de acesso a terra urbanizada. O ordenamento do espaço urbano goianiense criou vários lugares, destinados as diferentes classes sociais, que se contrapõem, sobrepõem e coadunam.