A crescente preocupação ambiental valoriza ações cotidianas sob uma perspectiva ecológica, estimulando práticas de educação ambiental não formal. Este artigo investiga o potencial da mobilidade tecnológica como recurso interpretativo e educacional em áreas naturais protegidas, especialmente nas Unidades de Conservação. Adota-se uma abordagem qualitativa, dialética, baseada em revisão bibliográfica. O estudo apresenta três partes: a primeira aborda conceitos centrais da educação ambiental e sua importância para a formação crítica dos indivíduos; a segunda analisa as Unidades de Conservação como espaços para práticas educativas e conscientização pública; a terceira examina como a mobilidade tecnológica, via dispositivos móveis e aplicativos, pode fortalecer a sensibilização e mediar o conhecimento ambiental. Ao integrar tecnologia e educação ambiental em contextos naturais, busca-se ampliar a percepção e o engajamento dos visitantes, promovendo práticas sustentáveis e valorização da biodiversidade. O artigo contribui para refletir sobre estratégias pedagógicas voltadas à conservação ambiental. Os resultados indicam que, embora incipiente, o uso de tecnologias móveis nas Unidades de Conservação pode ampliar o engajamento e a percepção ambiental. A discussão sugere que essas ferramentas, quando integradas a projetos educativos, possuem potencial transformador na relação entre visitantes e natureza.