La Conciencia Histórica En La Base Nacional Curricular Común Y En Los Estudios De Espírito Santo
DOI:
https://doi.org/10.5433/2238-3018.2025v31n1p50-76Palabras clave:
Estudios de Historia, Enseñanza de Historia, Cultura histórica.Resumen
Analiza la asignatura de Historia en la Base Nacional Curricular Común y en los Estudios de Espírito Santo buscando indicios de la noción de Conciencia Histórica basada en el pensamiento de Jörn Rüsen. La lectura de las fuentes se encontraba en la práctica historiográfica propuesta por Bloch (2001) y Ginzburg (2007a, 2007b). El análisis de la BNCC considera una discrepancia entre la introducción del documento y los objetivos de aprendizaje y desarrollo basados en competencias mecánicas. En la secuencia, se realiza un estudio comparativo entre la BNCC y el currículo de Espírito Santo, cuyos resultados apuntan a las siguientes convergencias: a) noción de aprendizaje fundamentada en la pedagogía de competencias; b) predominancia de la concepción de áreas del conocimiento, lo que debilita y desvirtúan los campos epistemológicos de las asignaturas; c) ritmos temporales apoyados en las narrativas-maestras basadas en el cuatripartismo histórico; y d) distanciamiento entre la historia escolar y la historia académica. En términos de distinción, el documento capixaba presenta un intento de inserción de la historia y de la cultura local. Se constituye un desafío pensar los procesos de cognición de la Historia a partir de los estudios, puesto que en ese campo han predominado las teorías pedagógicas, distanciándose de la epistemología de la Historia.
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