El “hacerse” del sindicalismo de asalariados rurales: la Confederación Nacional de Trabajadores Asalariados y Asalariadas Rurales (CONTAR) en su primera década

Autores/as

Palabras clave:

asalariados rurales, representación política, sindicalismo rural, CONTAR, acciones colectivas

Resumen

Este artículo analiza el proceso de formación del sindicalismo de asalariados rurales en Brasil y realiza un balance de la actuación de la Confederación Nacional de Trabajadores Asalariados y Asalariadas Rurales (CONTAR), que cumplió diez años en 2025. A partir de la trayectoria histórica del sindicalismo brasileño, con énfasis en el medio rural, se examinan los marcos legales e institucionales que estructuraron la representación de los trabajadores y generaron disputas políticas. Con base en una revisión bibliográfica y análisis documental, se sostiene que la categoría de “asalariado rural” ha sido históricamente construida a través de luchas políticas y sindicales a lo largo del siglo XX. Se demuestra cómo la legislación laboral y la crisis de representación de los años 1980 favorecieron el surgimiento de los sindicatos de trabajadores rurales, la creación de FERAESP en 1989 y la disociación de la estructura de CONTAG, culminando en la fundación de CONTAR en 2015. Finalmente, se analiza la actuación de la Confederación en su primera década y los desafíos para la consolidación de un sindicalismo autónomo.

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Biografía del autor/a

Filipe Moreira, Universidad Federal Rural de Río de Janeiro

Maestría en Ciencias Sociales por la Universidad Federal Rural de Río de Janeiro (2022). Doctorando en Ciencias Sociales en el Programa de Posgrado en Ciencias Sociales en Desarrollo, Agricultura y Sociedad de la Universidad Federal Rural de Río de Janeiro.

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Publicado

2026-04-29

Cómo citar

MOREIRA, Filipe. El “hacerse” del sindicalismo de asalariados rurales: la Confederación Nacional de Trabajadores Asalariados y Asalariadas Rurales (CONTAR) en su primera década. Mediações - Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 31, p. e53268 , 2026. Disponível em: https://www.ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/53268. Acesso em: 16 jun. 2026.

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Sección

Artículos

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