Hidranencefalia bilateral em um potro híbrido: caso obstétrico
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Palavras-chave

Potro híbrido
Distocia fetal
Hidranencefalia
Fetotomia.

Como Citar

Chacur, M. G. M., Ruediger, F. R. de, & Yamasaki, L. P. (2014). Hidranencefalia bilateral em um potro híbrido: caso obstétrico. Semina: Ciências Agrárias, 35(3), 1389–1394. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n3p1389

Resumo

A hidranencefalia é rara na espécie equina, a qual se caracteriza como uma malformação congênita onde, por infecções virais ou obstruções da artéria carótida, ocorre uma degeneração dos hemisférios cerebrais que se tornam uma membrana translúcida que armazena o liquido cefalorraquidiano, juntamente com o aumento e deformação óssea do crânio devido a grande coleção líquida. Devido à desproporção materno-fetal, entre a pelve da mãe e a cabeça do feto, geralmente ocorre distocia de origem fetal que na maioria dos casos, quando o feto se encontra em óbito é solucionada por meio de fetotomia com corte do crânio. Por ser um evento raro na espécie equina com limitado número de publicações sobre o assunto, o objetivo do presente relato de caso é de descrever macroscopicamente a alteração óssea do crânio e do seu conteúdo perante a hidranencefalia bilateral em um potro hibrido, produto de parto distócico de uma égua da raça Quarto de Milha acasalada com jumento, atendido no Setor de Reprodução Animal em um Hospital Veterinário Escola pertencente a uma Universidade do Oeste do estado de São Paulo.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n3p1389
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Copyright (c) 2014 Semina: Ciências Agrárias

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