Resumo
O objetivo do presente trabalho foi avaliar a contaminação microbiana da manga Tommy Atkins. Os frutos foram lavados em água, descascados, cortados manualmente em cubos de 3 x 3 cm e acondicionados em embalagens tipo PET, copos plásticos transparentes (250ml) e saco plástico(25 mm) a vácuo. A seguir foram irradiados nas doses 0,0; 0,1; 0,2; 0,3; 0,4 e 0,5 kGy), e armazenados a 5o C com 85% de umidade relativa. A cada dois dias foram avaliados a incidência de coliformes, microrganismos mesófilos e psicotróficos. Pelos resultados obtidos pôde-se verificar após 10 dias de armazenamento, que os frutos com as doses de 0,4 e 0,5 kGy, armazenados em embalagem tipo PET e copo plástico, apresentaram menores quantidades de mesófilos e psicotróficos, enquanto os frutos da testemunha apresentaram uma grande quantidade de mesófilos e psicotróficos, sendo considerados impróprios para o consumo após o quarto dia de armazenamento. Pode-se concluir que a irradiação nas doses de 0,4 e 0,5 kGy nas diferentes embalagens foram efetivas no tratamento da manga minimamente processada.

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Copyright (c) 2004 Rogério Lopes Vieites, Regina Marta Evangelista, André José de Campos, Glaucia Cristina Moreira
