Produção e renda de taro Macaquinho, solteiro e consorciado com alface 'Salad Bowl', em solo com cobertura de cama-de-frango semidecomposta
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2007v28n4p563Palavras-chave:
Colocasia esculenta, Lactuca sativa, Associação de hortaliças, Resíduo orgânico, Rendas bruta e líquida.Resumo
Este trabalho teve como objetivos estudar a produtividade e a renda do taro 'Macaquinho, em cultivo solteiro e consorciado com a alface mimosa 'Salad Bowl', em solo sem (SCF) ou com (CCF) cobertura com cama defrango (10 t ha-1). A colheita da alface foi feita aos 64 dias após a semeadura e a do taro aos 199 dias após o plantio. Na alface obtiveram-se baixos valores para plantas com "cabeças" comerciais (média de 15.830 "cabeças" ha-1) e altos para as não comerciais (média de 89.160 "cabeças" ha-1). No taro, as maiores produções de folhas (4,89 t ha-1), rizomas-mãe (6,46 t ha-1), rizomas-filho comerciais (15,33 t ha-1) e não-comerciais (9,73 tha-1) foram obtidas nas plantas sob cultivo solteiro e cultivadas em solo CCF. A razão de área equivalente (RAE) para o consórcio taro-alface, em solo CCF foi de 1,47 e a do consórcio em solo SCF foi de 1,82. As rendas bruta e líquida mostraram que no taro foi melhor o cultivo solteiro em solo CCF (R$ 18.936,00 e R$ 17.596,00, respectivamente). Para alface, foi melhor o consórcio com taro, em solo CCF (R$ 18.024,00 e R$ 17.224,00, respectivamente). A maior RAE não induziu as maiores rendas bruta e líquida.
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Copyright (c) 2007 Néstor Antonio Heredia Zárate, Maria do Carmo Vieira, Artur Renan Giuliani, Marcelo Helmich, Bruno Cezar Álvaro Pontim, José Carlos Pezzoni Filho

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