Mujeres Trabajadoras en la Asistencia Social Brasileña: la Íntima Relación entre la División Sexual del Trabajo y el Trabajo de Cuidado
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-4842.2025.v28.53534Palabras clave:
Asistencia Social, Mujeres Trabajadoras, División Sexual del Trabajo, CuidadoResumen
El presente artículo tiene como objetivo presentar algunos elementos para el análisis del trabajo profesional de las mujeres en el Sistema Único de Asistencia Social brasileño (SUAS) en la oferta de servicios, beneficios, proyectos y programas socioasistenciales. A partir de esta investigación, se identificó: (a) la existencia de una larga tradición histórica del trabajo femenino en la realización de acciones y prácticas de la asistencia social en Brasil; (b) la predominancia de una clara división sexual del trabajo y del trabajo de cuidado en la ejecución y gestión del SUAS; y (c) la fuerte presencia de vínculos laborales precarizados. De este modo, estos aspectos son indicativos de la precarización del trabajo en el ámbito del SUAS. Como fuentes primarias para el análisis se utilizaron datos cuantitativos del Censo SUAS del año 2022, obtenidos a través de formularios electrónicos completados por las Secretarías y los Consejos de Asistencia Social de los estados y municipios. Se recurrió a metodologías bibliográficas, documentales, de ingeniería y de análisis de datos. Se considera que la inserción de las mujeres como principales ejecutoras y gestoras de la Política Nacional de Asistencia Social debe comprenderse como una estrategia del Estado, arraigada en la naturalización de las cuestiones de género, raza y clase. Se trata de una realidad históricamente naturalizada que necesita ser problematizada y debatida en profundidad.
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