Construyendo mundos: Teoría Crítica y complejidad en la enseñanza del Inglés inclusivo
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-7939.2026.v11.55080Palabras clave:
Autismo, Educación inclusiva, Inglés, Pensamiento complejoResumen
La inclusión de estudiantes con Trastorno del Espectro Autista (TEA) en la enseñanza de la lengua inglesa requiere problematizar los fundamentos epistemológicos, éticos y políticos que sustentan las prácticas pedagógicas. A pesar de los avances normativos, persisten enfoques normalizadores poco sensibles a las singularidades comunicativas de estos estudiantes. Este estudio tiene como objetivo analizar cómo los aportes del Pensamiento Complejo y de la Teoría Crítica pueden orientar directrices inclusivas para las clases de lengua inglesa. Desde un enfoque cualitativo fundamentado en una revisión bibliográfica narrativa, se destacan la accesibilidad comunicativa, la multimodalidad, la Comunicación Aumentativa y Alternativa (CAA) y la flexibilización pedagógica como ejes para promover la participación, el aprendizaje y la emancipación. Se concluye que la inclusión exige una transformación estructural de las prácticas educativas, formación docente continua y condiciones institucionales que posibiliten prácticas críticas y multimodales, superando adaptaciones puntuales y consolidando una educación comprometida con la diversidad y la emancipación.
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