Raza como amplificador de desigualdades educativas en la Educación Secundaria: un análisis del censo demográfico 2022 y del IDEB 2023
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-7939.2026.v11.55482Palabras clave:
Desigualdad educativa, Educación Secundaria, Racismo structuralResumen
Los indicadores de rendimiento educativo pueden poner de manifiesto los efectos perjudiciales del racismo estructural en el sistema educativo brasileño. El presente artículo tiene como objetivo analizar las desigualdades raciales en la educación secundaria brasileña mediante los datos del Censo Demográfico de 2022 y del Índice de Desarrollo de la Educación Básica (IDEB) de 2023. Para ello, se utilizan marcos teóricos que demuestran que la educación brasileña se constituyó como un espacio de jerarquías raciales, reproduciendo procesos de exclusión. Posteriormente, se realizó un levantamiento y cruce de datos del Censo Demográfico de 2022 (IBGE) y del Índice de Desarrollo de la Educación Básica (IDEB) de 2023 (INEP), con el fin de verificar si el racismo estructural puede explicar las desigualdades regionales en las calificaciones correspondientes al IDEB. En resumen, la investigación concluye que la desigualdad educativa en Brasil no es un fenómeno aislado, sino un reflejo directo del racismo estructural y de la herencia colonial de casi 400 años de esclavización.
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