La geografía de la Innovación y Ciudades Inteligentes: enfoque analítico a la ciudad mediana de Imperatriz, Estado de Maranhão, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5433/2447-1747.2026v35n1p87Palabras clave:
Geografía de la Innovación, ciudades inteligentes, elementos estructurantes urbanos, Imperatriz-MA, Noreste de BrasilResumen
La Geografía de la Innovación estudia cómo el espacio influye y es influenciado por los procesos innovadores, destacando la importancia de la aglomeración espacial y la proximidad geográfica entre los actores económicos. En el contexto de la globalización, las ciudades han pasado por intensas transformaciones socioespaciales, resultando en un aumento poblacional, mayor densificación urbana y la consolidación de grandes centros urbanos. Las ciudades inteligentes (smart cities) surgen como una respuesta a los desafíos de la urbanización, utilizando tecnologías para optimizar los servicios y las infraestructuras urbanas. Estas ciudades se convierten en laboratorios de innovación, donde se prueban nuevos métodos y los indicadores urbanos orientan acciones estratégicas. La competencia entre ciudades impulsa la mejora de sus infraestructuras y políticas públicas. Sin embargo, la implementación de soluciones inteligentes requiere atención a las diferentes escalas y contextos. En este escenario se encuentra la ciudad de Imperatriz (Estado de Maranhão), una ciudad mediana del noreste brasileño. Este trabajo analiza cómo los principios de la Geografía de la Innovación y de las ciudades inteligentes pueden aplicarse a la realidad local, considerando los elementos estructurantes urbanos. A partir de este enfoque, se buscó identificar los cuellos de botella tecnológicos y estratégicos que limitan el desarrollo de Imperatriz, al mismo tiempo que se reconoce su potencial regional y se proponen caminos metodológicos para su fortalecimiento urbano con base en la innovación y en la adecuación a las demandas locales.
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